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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Formigas

HÁBITOS
As formigas surgiram há cerca de 100 milhões de anos, quando a América do Sul e a África ainda estavam unidas. Os fósseis mais antigos foram descobertos em depósitos sedimentares da Formação Santana, que fica na fronteira entre o Ceará e Pernambuco.
As formigas são insetos terrestres, encontradas desde o Equador até latitudes de 50 graus, e do nível do mar a altitudes de cerca de 3 mil metros. Elas vivem exclusivamente em colônias. A vida em sociedade possibilita o cuidado cooperativo à prole e a divisão de trabalho reprodutivo, com fêmeas férteis (rainhas) e estéreis (operárias).

O Brasil apresenta cerca de 2.000 espécies de formigas descritas, sendo que destas apenas 20 a 30 são consideradas pragas urbanas, devido ao fato de invadirem alimentos armazenados, plantas e outros materiais domésticos. A maioria das formigas alimenta-se de seiva de plantas, néctar de flores, substâncias açucaradas, líquidos adocicados que são excretadas por certos insetos, algumas são carnívoras e se alimentam de animais mortos ou vivos e outras de fungos cultivados a partir de folhas de vegetais.

Os ninhos das formigas, de uma maneira geral, consistem de um sistema de passagens ou cavidades que se comunicam umas com as outras e com o exterior. Algumas espécies constroem seus ninhos no solo e plantas, outras no interior de edificações (sob azulejos, batentes de portas, pisos, vãos e frestas, etc.), ou ainda ocupam cavidades na madeira ou troncos de árvores. As colônias variam em tamanho e podem ser formadas desde algumas dezenas até por muitos milhares de indivíduos.


Formigas Urbanas
Estas são chamadas de formigas andarilhas (tramp species), que vivem em íntima associação com o ser humano, causando sérios problemas em estabelecimentos comerciais e de pesquisa, residências, e principalmente em hospitais, onde funcionam como vetores mecânicos de microorganismos patogênicos. Estas formigas possuem características que facilitam a sua dispersão e infestação, sendo elas: poliginia, reprodução por fragmentação (a cópula acontece no interior do ninho, e a colônia se divide, no qual as operárias juntamente com as rainhas fundam novos ninhos), migração (a menor perturbação - calor, iluminação, movimento e uso de inseticidas - leva as operárias a recolher os ovos, imaturos e a rainha para outros locais), unicolonialidade (ausência de comportamento agressivo entre indivíduos de ninhos diferentes da mesma espécie), agressividade interespecífica (agressividade contra outras espécies de formigas), e tamanho reduzido.

CICLO DE VIDA
Cada colônia é constituída por três formas distintas: a rainha, o macho e a operária. As rainhas são maiores que os demais indivíduos da colônia e são aladas, e em algumas espécies, podem viver vários anos. Os machos também são alados e consideravelmente menores do que as rainhas. Tem vida curta e morrem após o acasalamento. As operárias são fêmeas estéreis, não possuem asas e constituem a grande maioria de indivíduos da colônia.

Machos e rainhas são produzidos na colônia em grande número, geralmente na primavera, quando saem dos ninhos e realizam o vôo nupcial. Logo após o acasalamento o macho morre e a rainha inicia uma nova colônia ou retorna a uma já estabelecida. Ela elimina suas asas após o vôo, encontra um local para construir o ninho e colocar os ovos. Esta primeira cria é alimentada pela rainha e é formada exclusivamente por operárias. Depois que as operárias surgem, passam a realizar todo o trabalho da colônia: construção e defesa do ninho, cuidado com a prole, coleta de alimentos, entre outros. A partir daí, a função da rainha passa a ser unicamente a postura de ovos.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Educação Ambiental

Educação ambiental é o processo de aprendizagem, a comunicação de questões relacionadas à interação do homem com seu ambiente natural. É o instrumento de formação de uma consciência pelo conhecimento e reflexão sobre a realidade ambiental. E busca desenvolver a consciência ambiental para o desenvolvimento de atitudes e condutas que favoreçam o exercício da cidadania, à preservação do ambiente e à promoção da saúde e do bem estar.
O componente, Educação Ambiental, é fundamental nos projetos de saneamento, pois permite à população o conhecimento dos benefícios trazidos por este, além de conscientizar sobre a importância da mudança de comportamento, visando à preservação do meio ambiente e qualidade de vida.
Deverão ser implementados programas de ações com ampla participação pública, pela veiculação de campanhas educativas e de mobilização comunitária, capacitação de agentes multiplicadores, promoção e articulação entre os setores públicos, privados e comunitários.
Utilizar o método de ação participativa que capacita as pessoas e os grupos a analisar criticamente uma situação, a identificar e priorizar problemas, a indicar e a se organizarem para promover as soluções.
      Devemos fazer a nossa parte para podermos viver em um mundo melhor.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Poluição do solo

A poluição do solo é a alteração prejudicial de suas características naturais, com eventuais mudanças na estrutura física, resultado de fenômenos naturais como terremotos, vendavais e inundações, ou de atividade humana como disposição de resíduos sólidos e líquidos, urbanização e ocupação do solo, atividade agropecuária e extrativismo e acidentes no transporte de cargas.
O principal dano decorrente da utilização do solo é a erosão, que ocorre na natureza causada pela ação das águas e do vento, com conseqüente remoção das partículas do solo tendo como efeitos:

-alteração no relevo;
-riscos às obras civis;
-remoção da camada superficial e fértil do solo;
-assoreamento dos rios; e
-inundações e alterações dos cursos d’água.



A ação do homem, também, pode causar processos erosivos ainda mais perigosos por atividades, tais como: desmatamento, agricultura, mineração e terraplanagem.
O desenvolvimento da agricultura tem contribuído para a poluição do solo e das águas. Fertilizantes sintéticos e agrotóxicos usados em quantidade abusivas nas lavouras poluem o solo e as águas dos rios, onde intoxicam imediatamente diversos seres vivos dos ecossistemas. A contaminação de um lençol freático por agrotóxico coloca em risco a vida de população que se beneficia dessa água subterrânea.
As técnicas de controle da poluição mais utilizada são:
- seleção dos locais e das técnicas mais apropriadas para o desenvolvimento das atividades humanas, considerando o uso e o tipo de solo na região, o relevo, a vegetação, a possibilidade de ocorrência de inundações e as características do subsolo;
- execução de sistema de prevenção da contaminação das águas subterrâneas;
- implantação de sistema de prevenção e erosão, tais como: alteração de declividade, operação em curvas de nível, execução de dispositivos de drenagem e manutenção da cobertura vegetal;
- minimização de resíduos industrial, pela redução da geração na fonte, segregação, reciclagem e alteração dos processos produtivos;
- minimização de sistemas de disposição final de resíduos urbanos, pela coleta seletiva, reciclagem e tratamento;
- execução de sistemas de disposição final de resíduos, considerando critérios de proteção do solo.
As técnicas de controle da poluição mais utilizada são:
- seleção dos locais e das técnicas mais apropriadas para o desenvolvimento das atividades humanas, considerando o uso e o tipo de solo na região, o relevo, a vegetação, a possibilidade de ocorrência de inundações e as características do subsolo;
- execução de sistema de prevenção da contaminação das águas subterrâneas;
- implantação de sistema de prevenção e erosão, tais como: alteração de declividade, operação em curvas de nível, execução de dispositivos de drenagem e manutenção da cobertura vegetal;
- minimização de resíduos industrial, pela redução da geração na fonte, segregação, reciclagem e alteração dos processos produtivos;
- minimização de sistemas de disposição final de resíduos urbanos, pela coleta seletiva, reciclagem e tratamento;
- execução de sistemas de disposição final de resíduos, considerando critérios de proteção do solo.
Vamos fazer a nossa parte, para que situações como a da ilustração a seguir não ocorra mais.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Poluição do ar

A poluição do ar é definida como sendo a alteração da qualidade do ar, resultante da atividade direta ou indireta do homem.
As causas da poluição atmosférica podem ser classificadas como:
- de origem natural (vulcões, queimadas, etc.);

- resultante de atividade humana; e
- em conseqüência dos fenômenos de combustão.
No estudo dos problemas da poluição do ar são consideradas 4 etapas: a produção, a emissão, o transporte e a recepção de poluentes. Em cada etapa, para a redução dos riscos de poluição, são aplicadas, entre outras, as técnicas mostradas a seguir:
- Planejamento territorial e zoneamento: consiste em estabelecer critérios para a implantação de atividade industrial em área determinada; limitar o número de fontes em função dos padrões de emissão e qualidade do ar; e implantar áreas de proteção sanitária (cinturão verde).
- Eliminação e minimização de poluentes: usar matérias-primas e combustíveis de baixo potencial poluidor; alterar processos visando menor emissão de poluentes; adequar a manutenção e operação de equipamentos dos processos; definir disposições adequadas (lay out) e manter os edifícios industriais.
- Concentração dos poluentes na fonte para tratamento antes do lançamento: usar sistemas de exaustão local como meio para juntar os poluentes que, após, tratados, serão lançados na atmosfera.
- Diluição e mascaramento dos poluentes: usar chaminés elevadas e empregar substâncias que possibilitem reduzir a emissão de poluentes indesejáveis.
- Instalação de equipamento de controle de poluentes: instalar equipamento que visem à remoção dos poluentes antes que os mesmos sejam lançados na atmosfera.
            A grande contribuição para a poluição do ar é o próprio homem, portanto, se continuarmos com esse descaso teremos como resultado:


Potanto vamos fazer nossa parte!!

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Poluição da água

Existem 3 situações de poluição da água, cada uma delas característica do estágio de desenvolvimento social e industrial:
- 10 estágio: poluição patogênica, neste estágio, as exigência quanto à qualidade da água são relativamente pequenas, tornando-se comum a enfermidade causada pela água. O uso de estação de tratamento de água e sistemas de adução pode prevenir os problemas sanitários neste estágio;
- 20 estágio: poluição total. Os corpos receptores tornam-se realmente afetados pela carga poluidora que recebem (expressa como sólidos em suspensão e consumo de O2). Este estágio normalmente ocorre durante o desenvolvimento industrial e o crescimento das áreas urbanas. Os prejuízos causados ao corpo receptor e, em conseqüência, à população podem ser reduzidos com a implantação de sistemas eficientes de tratamento de água e de esgoto.
- 30 estágio: poluição química. Este estágio é o da poluição insidiosa, causada pelo contínuo uso da água. O consumo de água aumenta em função do aumento da população e da produção industrial. Cada dia é maior a quantidade de água retirada dos rios e maior e mais diversa a poluição neles descarregada.
Principais processos poluidores da água:
- Contaminação: introdução na água de substâncias nocivas à saúde e espécie da vida aquática (exemplo: patogênicos e metais pesados);
- Assoreamento: acúmulo de substâncias minerais (areia e argila) ou orgânica (lodo) em um corpo d’água, o que provoca a redução de sua profundidade e de seu volume útil;
- Eutrofização: fertilização excessiva da água por recebimento de nutrientes (N e P) causando o crescimento descontrolado de algas e plantas aquáticas;
- Acidificação: abaixamento do pH, como decorrência da chuva ácida, que contribui para a degradação da vegetação e da vida aquática.

 Assoreamento de um corpo de água.
Eutrofização de um corpo de água.












Dejetos lançados em um corpo de água.

Com relação a agentes poluidores de origem industrial, o problema mais importante parece estar centralizado nos seguintes aspectos:
- providenciar um controle ambiental seguro, sem prejuízo dos investimentos econômicos;
- obtenção de informações técnicas referente aos melhores meios de que se dispõe para controlar a poluição;
- obtenção e emprego de técnicas de combate à poluição ambiental e de pessoal especializado na aplicação das mesmas;
- selecionar e adaptar as soluções de controle importadas ao conjunto de técnicas desenvolvidas no país.
     Com tudo, precisamos analisar e repensar os nossos atos, pois estamos destruindo a um bem necessário para a nossa sobrevivência,  pois a água é essencial para a manutenção da vida.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

SANEAMENTO AMBIENTAL

Saneamento Ambiental é o conjunto de ações socioeconômicas que têm por objetivo alcançar a salubridade ambiental, por meio de abastecimento de água potável, coleta e disposição sanitária de resíduos sólidos, líquidos e gasosos, promoção da disciplina sanitária de uso do solo, drenagem urbana, controle de doenças transmissíveis e demais serviços e obras especializadas, com a finalidade de proteger e melhorar as condições da vida urbana e rural.
Salubridade Ambiental é o estado de higidez em que vive a população urbana e rural, tanto no que se refere a sua capacidade de inibir, prevenir ou impedir a ocorrência de endemias ou epidemias veiculada pelo meio ambiente, como no tocante ao seu potencial de promover o aperfeiçoamento de condições mesológicas favoráveis ao pleno gozo de saúde e bem estar.

A água
A água é importante para a manutenção da umidade do ar, a relativa estabilidade física da natureza, o clima na Terra e a beleza de algumas paisagens, a geração de energia, meio para navegação, pesca e lazer, o transporte de resíduos, despejo líquido e sedimentos, ambiente para a vida aquática e é fator indispensável à manutenção da vida terrestre (irrigação de solo, dessedentação de animais e abastecimento público e industrial).
O ar atmosférico
O ar atmosférico é de vital importância para a sobrevivência da maioria dos organismos da Terra, sendo constituído por uma mistura de gases: O2, N2, CO2, O3, H2 e gases nobres como o neônio, hélio e criptônio. Contem, ainda, vapor d’água e partículas de matérias derivadas de fontes naturais e de atividade humana.
O solo
     Dentro de um ecossistema, o solo é o elemento que desempenha a importante atividade de sustentar e alimentar os vegetais, além de funcionar como reservatório de água deste ecossistema. Até algum tempo atrás, a ciência considerava que o solo era constituído unicamente pelos elementos minerais e gasosos (argila, o silte, a areia, as pedras, os nutrientes, a água e o ar, que ocupam os espaços vazios, denominados poros).
     Atualmente já temos o entendimento de que o solo é, também, um sistema vivo, uma vez que contém em si uma imensa quantidade de formas de vida como: vírus, bactérias, fungos, algas, protozoários, nematóides, anelídeos e artrópodes. Isto sem considerar o imenso volume ocupado pelas raízes das plantas. Todos estes elementos, minerais e biológicos, encontram-se em profundo entendimento, numa intensa relação de trocas. O desenvolvimento dos organismos vivos , por exemplo, depende da presença dos minerais, água e o ar do solo. De outro lado,a atividade dos organismos vivos promove um aumento da fertilidade do solo. Os Organismos produzem a matéria orgânica, ingrediente essencial para a saúde do solo. A matéria orgânica nada mais é do que o resíduo dos organismos vivos seja em forma de excrementos (ex. húmus de minhoca) ou dos restos de seus corpos (ex. folhas caídas e insetos mortos).
     Um solo com uma quantidade ideal de matéria orgânica faz com que o mesmo fique solto, com mais reserva de água e nutrientes, apresentando uma coloração escura, com um canteiro de horta ou com dentro de uma mata.
A quantidade do solo tem relação direta com algumas características locais naturais (vegetação, relevo, permeabilidade, zona saturada) e com o tipo de uso que lhe é dado.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

MEDIDAS PREVENTIVAS CONTRA ESCORPIÃO

Para evitar condições propícias ao abrigo e a proliferação de escorpiões, deve-se adotar as seguintes medidas:

- Manter quintais, jardins, sótons, garagens e depósitos limpos, evitando o acúmulo de folhas secas, lixo e demais materiais como entulhos, telhas, tijolos, madeiras e lenha;

- Ao manusear materiais de construção, usar luvas de raspa de couro e calçados, pois nestes materiais podem estar abrigados escorpiões;

- Rebocar paredes e muros para que não apresentem vãos e frestas;
- Vedar soleiras de portas com rolos de areia;

- Vedar as caixas de gorduras;

- Usar telas em ralos do chão, pias ou tanques

- Acondicionar o lixo em recipientes fechados para evitar baratas e outros insetos que sevem de alimentos aos escorpiões;


- Realizar roçagem de terrenos;

- Manter berços e camas afastados das paredes; e

- Examinar calçados, roupas e toalhas antes de usa-los.