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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Biologia das Baratas




     As baratas são cosmopolitas, ou seja, podem ser encontradas em vários ambientes, pois são os insetos mais adaptáveis encontrados na terra, e estão entre os bichos que mais causam repulsa no ser humano. A maioria sente asco só de imaginar uma barata. Isso acontece porque as espécies que convivem com as pessoas nas cidades transitam pelos esgotos e são vetores de doenças. Além disso, produzem secreções odorosas de vários pontos de seu corpo, a fim de demarcarem o ambiente. Este cheiro pode alterar o sabor dos alimentos tocados por ela. Quando a infestação é alta, seu cheiro pode ficar impregnado no ambiente e as pessoas podem detectar sua presença pelo odor.
       Existem cerca de 5 mil espécies de baratas, das quais 1 mil são brasileiras. E as baratas urbanas correspondem apenas a 1% do total de espécies desses insetos - o restante são espécies silvestres.  E as espécies mais comuns na área urbana são: barata de esgoto (Periplaneta americana) e a francesinha ou alemãzinha (Blatella germânica).
     Vivem em ambiente normalmente associado à falta de higiene e infestam qualquer ambiente.  Sendo assim, consideradas bioindicadores de falha estrutural do local, falha na esterilização e limpeza e falha na armazenagem de alimentos.

       Sua atividade é noturna e peridomiciliares. A Periplaneta americana vive em esgoto, lixeira, ralos, boca de lobo, enfim, em locais mais úmidos com gordura e matéria orgânica, sendo excelentes voadoras. Já a Blatella germânica vive em ambiente domiciliar como armários, pias, fornos, fogões, ou seja, em locais mais secos e passam 75% do seu tempo abrigadas próximo aos alimentos.  E não são bons voadores, sendo o meio de disseminação mais comum, propiciado pelo próprio homem. Elas escondem-se em engradados, caixas e sacos, atingindo o mundo todo.

     As baratas urbanas vivem próximas dos seres humanos por três motivos: água, alimento e abrigo.

       BARATAS UM INSETO MUITO ANTIGO

     Os fósseis mais antigos de baratas estão datados em cerca de 320 milhões de anos, do período Carbonífero. Esses registros são impressões em rochas pré-históricas - o padrão das nervuras presentes nas asas é característico de cada espécie.
      Fósseis de baratas encontrados nas rochas calcárias da Formação de Santana, na região mineira de Santana de Cariri, datam de 112 milhões de anos, do período Cretáceo Inferior. Isso prova que esses insetos foram contemporâneos dos dinossauros.
      Portanto, as baratas são sobreviventes de todas as alterações climáticas e ambientais sofridas pela Terra em centenas de milhões de anos. Como uma fórmula "que deu certo", elas não mudaram muito de lá para cá. Apresentam apenas variação no número de nervuras em suas asas e de espinhos nas pernas. 


     HABITOS ALIMENTARES

      As baratas são onívoras, ou seja, comem de tudo que tenha algum valor nutritivo para elas, tendo uma grande importância sanitária para o homem, por se alimentarem de qualquer alimento e possuírem grande potencial para a reprodução e desenvolverem rapidamente linhagens resistentes aos inseticidas. São particularmente atraídas por alimentos doces, gordurosos e de origem animal. No entanto, esses insetos estão tão bem adaptados às cidades que podem se alimentar de queijos, cerveja, cremes, produtos de panificação, colas, papel, cabelos, células descamadas da pele, cadáveres, matérias vegetais. Elas têm o hábito de regurgitar um pouco do alimento parcialmente digerido e depositar fezes, frequentemente ao mesmo tempo em que se alimentam.

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